Ecoh

Conversas

O que em nós pode voar?

Por Christina Mattos A narradora Cristiana Ceschi, de São Paulo, veio a Londrina para participar do 14º ECOH – Encontro de Contadores de Histórias, com a oficina O fio vermelho das histórias voltada a professores da rede municipal e a apresentação do espetáculo Pássaro Preto – Emissários da Vida e da Morte.  Cristiana transita entre […]

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Marina Dasaque: “A oralidade é arte que protege, liberta e compartilha”

Produtora cultural, arte-educadora e atriz, formada em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Londrina, Marina Dasaque foi escolhida para abrir o 14º Encontro de Contadores de Histórias (ECOH) no assentamento Nossa Senhora Aparecida, região norte da cidade, com o espetáculo Miúda Giganta.  Integrante da trupe de teatro e circo Primavera Jataí, ao lado do parceiro

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Warley Goulart: Viajando com os (incríveis) Tapetes Contadores de Histórias

“Eu acho que nós temos, como contadores de histórias, que criar os nossos próprios templos e os nossos próprios encontros. Faz parte do cultivo da nossa dignidade, da nossa estima, como pessoas que trabalham com a palavra oral, que a gente possa criar esses espaços de diálogo, de escuta. Isso é realmente transformador para a

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Silvia Castro: A Sereia de Copacabana passeia por Londrina

“Eu sempre conto histórias de situações que eu considero relevantes, a questão ambiental para mim é muito importante. A gente vê como os problemas climáticos estão mudando o mundo por conta da falta de educação ambiental. Precisamos ter atenção para esse fato. Eu sempre busco temas relevantes para as minhas histórias e textos como a

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“Quando nós conhecemos a cultura preta, por meio dos mitos e contos africanos e afro-brasileiros, temos uma relação mais direta com a voz do protagonista. Não é quem colonizou, quem escravizou, quem explorou que está falando sobre o assunto. É a própria população contando da sua origem.” Giselda Perê

Entrevista por Christina Mattos | Fotos enviadas pela artista e educadora Agbalá é uma cabaça encantada que guarda histórias cheias de sabedoria ancestral africana e afro-brasileira. Giselda Perê é a fundadora do Agbalá Conta – Núcleo de Pesquisa e Narração de Histórias das Culturas Negras, em São Paulo.  No dia 1 de setembro o ECOH

“Quando nós conhecemos a cultura preta, por meio dos mitos e contos africanos e afro-brasileiros, temos uma relação mais direta com a voz do protagonista. Não é quem colonizou, quem escravizou, quem explorou que está falando sobre o assunto. É a própria população contando da sua origem.” Giselda Perê Read More »

“O contador deve assumir essa postura de um assessor de memória como um ofício fundamental justamente para que a sociedade seja mais harmoniosa, educativa, justa, igualitária e democrática.” Gislayne Matos

Entrevista por Christina Mattos | Foto enviada pela artista Na França, onde morou de 1989 a 1992 para estudar arte terapia,  Gislayne Matos  ficou impactada ao assistir um festival internacional de contadores de histórias e trabalhar numa associação que, entre outras expressões artísticas, oferecia contação de histórias. O foco de sua pesquisa na época foi

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“A imaginação é a própria existência humana e o contador de histórias traz recortes, dádivas, presentes da existência humana. O ouvinte, o receptor, se espelha, cria ecos dentro de si e fica ampliado no momento que recebe uma história nova.” Gloria Kirinus

Entrevista por Christina Mattos | Foto enviada pela artista O Sapato Falador foi o primeiro livro de Gloria Kirinus. Publicado nos anos 80, é uma narrativa poética sobre solidariedade depois de uma enchente que causa muita destruição. ‘Era uma vez uma chuva de tantas chuvas formada que, somando chuva a chuva, deu uma grande chuvarada…”,

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“Eu acho que o repertório é algo realmente muito particular. As histórias que cada pessoa decide trazer no seu corpo, na sua boca, para partilhar com os outros, são a sua inscrição no mundo. Algo muito mais de uma descoberta das escolhas éticas, estéticas, artísticas, políticas que estão envolvidas na construção do repertório.” Letícia Liesenfeld

Entrevista por Christina Mattos | Fotos do acervo pessoal da artista Leticia Liesenfeld participa do 11º ECOH conduzindo o curso online “Contar histórias, corpo e memória: desaceleração e proximidade”,em quatro encontros: Memória, corpo e lugar Formas lentas de comunicação Repertórios e intimidades Conversar histórias Ela é atriz, narradora e professora. Está cursando Doutorado no programa

“Eu acho que o repertório é algo realmente muito particular. As histórias que cada pessoa decide trazer no seu corpo, na sua boca, para partilhar com os outros, são a sua inscrição no mundo. Algo muito mais de uma descoberta das escolhas éticas, estéticas, artísticas, políticas que estão envolvidas na construção do repertório.” Letícia Liesenfeld Read More »

“O ECOH traz vozes diversas, nem sempre consoantes, às vezes podem ser até dissonantes, mas sempre com um respeito profundo pela vida. A palavra, na sua diversidade, pode expandir a experiência humana, esticar horizontes. Como diria o poeta Manoel de Barros, o ECOH é um grande esticador de horizontes.” Giuliano Tierno

Entrevista por Christina Mattos | Fotos por Valéria Felix O narrador e pesquisador Giuliano Tierno participa do 11º ECOH convidando a dialogar sobre um tema muito atual: o cansaço provocado pelo bombardeio de informação e a exposição excessiva da individualidade na internet. Hoje gastamos boa parte dos nossos dias olhando para telas onde se multiplicam

“O ECOH traz vozes diversas, nem sempre consoantes, às vezes podem ser até dissonantes, mas sempre com um respeito profundo pela vida. A palavra, na sua diversidade, pode expandir a experiência humana, esticar horizontes. Como diria o poeta Manoel de Barros, o ECOH é um grande esticador de horizontes.” Giuliano Tierno Read More »