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ECOH na Imprensa

Desde 2018, François realiza anualmente em Burkina Faso o Festival Internacional dos Patrimônios Imateriais que, a cada edição, propõe um mergulho em uma das 65 etnias do país.

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Contador de histórias, escritor e pesquisador, Giuliano Tierno está em Londrina para a 9a edição do Ecoh - Encontro de Contadores de Histórias. A foto é do Gustavo Batista. Ao vivo na UEL FM, ele contou três histórias.

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Ao vivo no Modos de Vida, os contadores de histórias Edna Aguiar e Rafael de Barros e a coordenadora geral do Ecoh, Claudia Silva. Tem também trechos de entrevistas de Dani Fioruci, Kiara Terra e Lydia Hortélio. A foto é do Gustavo Batista.

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Esta reportagem de 2014, feita pela jornalista Ana Paula Nascimento, da Folha de Londrina, traz contação de histórias e a importância de os pais brincarem com os filhos.

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Contação de histórias e palestra enfocam a importância dos pais brincarem com os filhos como forma de melhorar as relações afetivas e desenvolver a aprendizagem lúdica das crianças

Ana Paula Nascimento - Reportagem Local
Folha de Londrina

O brincar anda meio esquecido no dia a dia das nossas crianças. Em um mundo cada vez mais acelerado, parece que o prazer de simplesmente brincar, sem nenhum compromisso pedagógico ou formativo, está desvalorizado. Com crianças cada vez menores dominando os mais modernos aparatos tecnológicos, construir com as próprias mãos um brinquedo feito de caixinhas de fósforo ou garrafas de plástico pode ser algo surpreendente para crianças e adultos. Isso é o que pôde ser conferido na apresentação "Muitos Dedos: Enredos", realizada gratuitamente no último sábado, às 11 horas, na Biblioteca Pública de Londrina, como parte da programação do 4º Encontro de Contadores de Histórias de Londrina (Ecoh).

Conhecido como Chico dos Bonecos, o contador de histórias e pesquisador mineiro Francisco Marques, encantou a plateia com o seu repertório de histórias em que as cenas vão sendo construídas com a ajuda de brinquedos confeccionados com materiais simples e que podem facilmente ser construídos pelas crianças. Várias caixinhas de fósforo de repente se transformam na incrível "Escada de Jacó" e diversos personagens em movimento, assim como dois chuveiros velhos de plástico ou até uma tampa de panela se tornam modelos diferentes de diabolô, um tipo de instrumento de malabarismo. Até um encantador teatro de sombras é possível fazer dentro de uma pequena caixa de papelão. 

De cara lavada e sem muitos recursos cênicos, Chico dos Bonecos e suas malas cheias de traquinagens impactam pelo valor da simplicidade e de como é possível resgatar o prazer da brincadeira, ainda mais se a criança puder contar com a parceria dos pais e professores nessa aventura. Há mais de 30 anos desenvolvendo esse trabalho, com vários livros e CD's publicados, além de ministrar oficinas e vivências para professores e educadores pelo Brasil afora, Francisco Marques brinca que ele "é um homem de um espetáculo só". Reinventando-se a cada montagem, incluindo novos brinquedos e ideias, o espetáculo se torna algo mágico em cada apresentação. 

Desde os 10 anos escrevendo histórias, aos 14 anos fez o seu primeiro brinquedo de cabaça e não parou mais. "A ideia é chamar mesmo a atenção de pais e professores para as possibilidades de trabalhar as coisas simples na confecção de brinquedos junto com as crianças. Isso também pode ser um desafio para elas e é um grande engano pensar que não tenham interesse por isso, mesmo entre as mais velhas. Na verdade, é só começar para perceber o quanto isso aproxima os pais dos filhos e promove sentido num processo de educação que envolva a família também", destaca. 

Ele não sugere a exclusão do contato das crianças com os aparelhos tecnológicos, mas chama pelo bom senso: "Tem muitos pais achando uma gracinha crianças de um, dois, três anos já sabendo mexer nos aparelhos mais modernos e não se dão conta da importância de limitarem o tempo das crianças nesses meios que transmitem muitas sensações, mas não trabalham o potencial de construção dentro de um processo lúdico de aprendizagem. É temeroso o que está acontecendo", conclui. 

O cordel que virou rap. Neste vídeo, Mariane Bigio, de Recife (PE) transforma seu texto poético em Rap e encarna a MC. Mariane Bigio é poeta, cordelista e narradora de histórias, integra o projeto "Cordel Animado". Este vídeo foi apresentado no 10 ECOH - Encontro de Contadores de Histórias de Londrina.

https://youtu.be/gr9aYgGAYhw

Neste vídeo, um podcast em formato de programa de rádio, com histórias, músicas, brincadeiras de palavras, dicas culturais. Programa Meia Hora da História. Grupo: História em Movimento, Narração e pesquisa: Monalisa Lins. Narração, Produção e Edição: Elveson de Freitas. Convidada Especial: Ana Laura de Freitas. Este vídeo foi apresentado no 10 ECOH - Encontro de Contadores de Histórias.

https://youtu.be/wvdXiMSqj_g

Neste documentário, o ator, diretor e griot africano, Sotigui Kouayaté, fala sobre sua missão de transmitir a memória do continente africano e da importância da escuta para a arte, a comunicação e a vida. Direção: Alexabdre Handfest.

https://www.youtube.com/watch?v=sJd1te_3pjI

Este filme conta a história do velho griot Djeliba que deixa sua aldeia do interior e se instala na residência da família Keita para realizar uma missão: a iniciação do menino Mabo nas tradições familiares, cuja origem remonta a Sundjata Keita - o fundador do Império do Mali.
Direção: Dani Kouayaté
País de origem: Burkina Faso

https://www.youtube.com/watch?v=yzqbaFH14CQ

Autor: Toni Edson

Este artigo discute a valoração dada a palavras como negro, griô, que foram usadas num sentido negativo e hoje podem possuir outra leitura. Essas terminologias passaram? por uma ressignificação em que agentes negros tem pleiteado outro valor, positivo. O texto apresenta o contador de histórias, genealogista, entre outras funções, presente na África Ocidental, chamado de djeli. O texto expõe que para ser djeli é preciso nascer djeli. Sua transcriação para o termo griô pode ser positiva, entendida a transculturação que ocorre. O texto aproxima Teatro e Contação de Histórias, e indica como a oralidade africana pode conduzir a cena negra.

https://www.revistas.udesc.br/index.php/urdimento/article/view/1414573101242015157/4489